Epítetos futebolísticos

Eu sei que é bobagem (o blogue é meu e cá escrevo as bobagens que eu quiser), mas me peguei pensando nos apelidos de alguns jogadores de futebol. Na verdade, fiquei me perguntando porque não tem nenhum “catarina” ou “paranaense”. Do Rio Grande do Sul temos o Ronaldinho Gaúcho e o Renato Gaúcho. De São Paulo tinha o Juninho Paulista (um baixinho bom de bola que jogou no São Paulo, no Flamengo, na seleção). Do Rio tem o Marcelinho Carioca (acho que todos conhecem). De Minas Gerais tem o Alex Mineiro (campeão brasileiro com o Atlético Paranaense em 2001), e o Mineiro (campeão mundial com o São Paulo em 2005, marcando o gol do título – curiosidade: é natural de Porto Alegre). Da Bahia tivemos o Júnior Baiano e o Fernando Baiano. De Pernambuco veio o Juninho Pernambucano (Vasco). Da Paraíba o Marcelinho Paraíba. Do Ceará, o Ceará (Cruzeiro) e o Dudu Cearense. De Sergipe pensei que não tinha ninguém, mas achei o Lima Sergipano, ídolo do Baía no início dos anos 90. Há um Jeferson Maranhense que joga atualmente no ASA. Achei um Marinho Paranaense que jogou no Palmeiras em 1978 (e depois em outros clubes menores), e um Serginho Catarinense (no começo do ano estava no Novo Hamburgo (RS) – como é que o cara possui uma página na wikipedia em inglês, jamais saberemos. No site ogol.com.br, onde achei o Marinho Paranaense e o Serginho Catarinense, aparecem 77 jogadores com “baiano” no nome; “mineiro” são 46, “paulista”, 52; “amazonense”, “acreano”, 0; “Piauí” são 7, como Daniel Piauí (joga em Palmas-TO).

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